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Fiscalização apreende 3,5 toneladas de produtos falsificados em Campo Grande

Operação em outlet encontrou roupas, calçados e acessórios com indícios de falsificação; ação foi realizada pelo Procon-RJ e pela Sedcon

Uma fiscalização em um outlet de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, terminou com a apreensão de 3,5 toneladas de produtos falsificados. A ação foi realizada nesta quarta-feira (16) por uma força-tarefa da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon) e do Procon-RJ.

Durante a operação, os fiscais encontraram camisas, tênis, mochilas, calças, bermudas, pochetes e bonés com indícios de falsificação.

Segundo os órgãos responsáveis pela fiscalização, a comercialização de produtos falsificados pode levar o consumidor a associar as mercadorias a produtos originais, principalmente quando há elementos que reproduzem características de marcas conhecidas.

A operação teve como objetivo verificar a regularidade dos produtos comercializados no estabelecimento e conferir se as informações apresentadas aos consumidores correspondiam às mercadorias.

Mercado ilegal

Dados citados na fiscalização apontam que o mercado ilícito provocou perdas superiores a R$ 500 bilhões para o Brasil no ano passado. O setor de vestuário ficou entre os segmentos mais afetados, com perdas estimadas em mais de R$ 87 bilhões.

Outras apreensões

A fiscalização faz parte de uma série de ações realizadas no estado contra a comercialização de produtos falsificados.

Em agosto, uma operação no Saara, no Centro do Rio, apreendeu cerca de 2 mil produtos com indícios de falsificação. Os agentes também encontraram mercadorias sem nota fiscal e produtos expostos sem informações obrigatórias em português.

Entre os itens recolhidos estavam mochilas, maquiagens, pelúcias, chaveiros, copos, porta-cartões e acessórios para cabelo. Parte dos produtos utilizava referências não autorizadas a personagens e marcas conhecidas.

Em outra ação, realizada antes da Copa do Mundo, 2.360 camisas de futebol falsificadas foram apreendidas no Aeroporto Internacional do Rio, na Ilha do Governador. A operação contou com a participação da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e da Receita Federal.

Segundo as investigações, as camisas seriam distribuídas para comerciantes varejistas no estado do Rio de Janeiro.

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