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Petrópolis registra média de mil atendimentos de urgência por dia

Unidades municipais contabilizaram 60.308 atendimentos em maio e junho, sendo 12.253 de crianças; rede conta com sete portas de entrada para urgência e emergência

As unidades de urgência e emergência de Petrópolis registraram 60.308 atendimentos durante os meses de maio e junho deste ano, uma média de cerca de mil atendimentos por dia. Do total, 12.253 foram destinados a crianças, o equivalente a aproximadamente 20% dos registros.

O atendimento clínico concentrou a maior parte da demanda, com 38.034 pacientes. Em seguida aparecem a pediatria, com 12.253 atendimentos, a ortopedia, com 7.668, e os atendimentos odontológicos, com 1.407. A psiquiatria contabilizou 946 atendimentos no período analisado.

“Por trás de cada número, há uma pessoa que precisa de cuidado. A rede municipal mantém o compromisso de oferecer assistência à população, com atenção às necessidades de cada paciente”, comentou o prefeito Hingo Hammes.

Rede municipal tem sete portas de entrada

Petrópolis conta atualmente com sete unidades que funcionam como portas de entrada para atendimentos de urgência e emergência. A estrutura inclui as UPAs do Centro, Cascatinha e Itaipava, o Pronto-Socorro Leônidas Sampaio, o Hospital Municipal Nelson de Sá Earp e as UPHs de Pedro do Rio e da Posse.

Nos dois meses analisados, também foram realizadas 824 transferências reguladas para internações de urgência por meio do sistema estadual de regulação.

Classificação de risco define prioridade

De acordo com a Secretaria de Saúde, o volume de atendimentos reforça a importância da Classificação de Risco, protocolo utilizado para definir a prioridade de atendimento conforme a gravidade do quadro clínico.

“Os dados reforçam o papel das unidades de urgência e emergência no atendimento à população, desde os casos que necessitam de assistência imediata até aqueles que precisam de encaminhamento para outros serviços de saúde. Com um volume tão expressivo, reforçamos sempre a importância da Classificação de Risco, protocolo que garante que os pacientes em estado mais grave, com risco de vida, tenham prioridade absoluta no atendimento”, explicou a secretária de Saúde, Dra. Clarissa Rippel.

Quando procurar uma unidade de urgência

A Secretaria de Saúde orienta que UPAs e pronto-socorros sejam procurados em situações graves ou que necessitem de intervenção imediata. Entre os exemplos estão dores fortes no peito, falta de ar intensa, febre alta repentina, cortes profundos, suspeita de fraturas, crises convulsivas, derrames (AVC) e acidentes.

Já as UBSs e postos de saúde são indicados para atendimentos de rotina e situações sem risco de vida, como sintomas gripais e resfriados, febre baixa, dores de garganta, acompanhamento de doenças crônicas, vacinação, troca de curativos e renovação de receitas médicas.

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