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Itaboraí celebra 193 anos com histórias de mães e novos futuros

Maternidade Municipal Helena Delaroli completa três anos de funcionamento em uma fase marcada pela ampliação da estrutura e do atendimento às gestantes e recém-nascidos

Itaboraí chega aos 193 anos de emancipação político-administrativa destacando também histórias de acolhimento e nascimento. Em meio às comemorações do aniversário do município e ao Dia das Mães, a Maternidade Municipal Helena Delaroli completa três anos de sua nova fase, iniciada em 2023, nas dependências do Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, em Nancilândia.

A unidade passou a reunir estrutura voltada ao atendimento de gestantes e recém-nascidos, com serviços que incluem acolhimento e classificação de risco, consultórios médicos, salas de pré-parto, parto e pós-parto, incluindo parto humanizado na banheira, além de cuidados neonatais.

A maternidade também dispõe de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCO), sala de vacinação, exames, alojamento conjunto, triagem neonatal e cartório para emissão da certidão de nascimento ainda na unidade.

Estrutura ampliada

Entre as mudanças registradas nos últimos anos está a ampliação do número de leitos, que passou de 17 para 34. A equipe técnica também foi ampliada e conta com enfermeiras, técnicas de enfermagem, obstetras e pediatras.

A secretária municipal de Saúde, Analice Rangel, destacou a importância do acolhimento durante o período de gestação e nascimento.

“Celebrar o Dia das Mães é também reconhecer a importância do cuidado com cada mulher que passa por essa maternidade. A chegada de um filho transforma vidas e nós trabalhamos diariamente para que cada mãe se sinta acolhida, segura e respeitada nesse momento tão especial. A Maternidade Helena Delaroli representa amor, humanização e compromisso com as famílias de Itaboraí.”

Uma das histórias ligadas à nova fase da unidade é a da pequena Helena do Amparo, primeira bebê nascida na maternidade reformada.

Nascida na Maternidade Helena Delaroli, a menina foi recebida por uma enfermeira que também se chama Helena. Quase três anos depois, a mãe, Gerlane do Amparo Santos, de 33 anos, moradora do bairro Ampliação, relembra o nascimento da filha.

“Foi um momento muito único. Desde que descobri a gravidez da Helena, tudo trouxe muita alegria para nossa família. Eu já queria que ela nascesse na maternidade nova e quando percebi todas aquelas coincidências envolvendo o nome dela, entendi que aquele momento seria inesquecível. Me senti muito acolhida desde a hora que entrei aqui.”

Para Gerlane, o nome escolhido ainda no quarto mês de gestação também ganhou um significado especial. Helena significa “aquela que reluz” ou “luz”, e a mãe afirma que a chegada da filha transformou a rotina da família.

“A Helena trouxe luz para nossas vidas. Ela é muito especial para nossa família. Cada dia ao lado dela é um aprendizado novo e um amor diferente. Ser mãe transforma a gente completamente.”

Ao retornar à maternidade anos depois, Gerlane também recordou o atendimento recebido durante o nascimento da filha.

“Me emociono muito de estar aqui novamente. Quando uma mãe chega para ter seu filho, tudo o que ela mais deseja é que dê tudo certo. E comigo foi assim. Recebi carinho, acolhimento e cuidado o tempo inteiro. Isso faz toda diferença na vida de uma mãe.”

Cuidados com os recém-nascidos

Antes da alta hospitalar, os recém-nascidos passam por cuidados e procedimentos previstos no atendimento da unidade. Entre eles estão os testes da orelhinha e da linguinha, a aplicação das vacinas BCG e Hepatite B, além da entrega da caderneta de vacinação e do encaminhamento para o teste do pezinho na unidade de referência.

Para Gerlane, a estrutura oferece mais segurança às mulheres que utilizam o serviço.

“Eu diria para todas as mães e futuras mamães acreditarem na nossa maternidade. Aqui existe acolhimento, carinho e profissionais preparados para cuidar da gente. É um lugar que transmite amor e segurança.”

Ao completar três anos de sua nova fase, a Maternidade Municipal Helena Delaroli se mantém ligada a histórias de nascimento e acolhimento, em um período em que Itaboraí também celebra seus 193 anos de emancipação.

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