EducaçãoMaricá

Maricá supera meta do MEC e alcança 68% de crianças alfabetizadas

Município também registrou crescimento no Ideb de 2025 e ficou acima das médias nacional e estadual nos Anos Iniciais

Maricá alcançou 68% de crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental em 2025, segundo o Índice Criança Alfabetizada (ICA). O percentual supera a meta de 64% estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC) e também está acima da meta estadual, de 61%. Os resultados foram destacados pela Prefeitura nesta terça-feira (8), Dia Mundial da Alfabetização.

O desempenho integra um cenário de crescimento dos indicadores educacionais do município. No Ideb de 2025, Maricá alcançou nota 6,4 nos Anos Iniciais, acima das médias nacional, de 6,1, e estadual, de 5,8. O resultado representa um aumento de 0,7 ponto em relação à avaliação anterior.

Nos Anos Finais, a rede municipal chegou à nota 5,0, igualando a média brasileira e superando a média do estado do Rio de Janeiro, de 4,7.

Segundo o secretário de Educação, professor Rodrigo Moura, os resultados estão relacionados às políticas adotadas para ampliar a aprendizagem na rede municipal.

“A alfabetização é a base essencial para o desenvolvimento integral do educando. Garantir esse direito é fortalecer a cidadania e ampliar as possibilidades de participação ativa e consciente na sociedade”, destacou.

Entre as medidas adotadas estão novas matrizes curriculares, o fim da aprovação automática e critérios mais rigorosos de avaliação. O município também ampliou os programas Ciranda e Todo Mundo Lendo, além de reforçar o ensino em tempo integral.

Maricá também conquistou novamente o Prêmio Magda Soares de Alfabetização, concedido no âmbito estadual. Atualmente, a rede municipal trabalha na conclusão de sua Política Municipal de Alfabetização.

“A proposta é consolidar diretrizes que reafirmem a alfabetização como um direito e fortaleçam as condições para que nossas crianças e jovens desenvolvam plenamente suas capacidades, com autonomia, pensamento crítico, consciência antirracista e inclusão”, concluiu Rodrigo Moura.

Botão Voltar ao topo