A Prefeitura de Cabo Frio iniciou os preparativos para a retirada de 24 árvores exóticas da Praça da Gamboa como parte das obras de revitalização do espaço. A medida foi adotada após avaliação técnica que apontou risco de queda das árvores, comprometendo a segurança de moradores e visitantes.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Saneamento, o projeto prevê a substituição das espécies removidas por cerca de 50 novas árvores nativas e frutíferas, que serão plantadas na praça e em outras áreas do bairro.
Vistoria apontou risco à segurança
A decisão foi baseada em uma inspeção realizada por um biólogo, um engenheiro florestal da Secretaria de Meio Ambiente e agentes da Defesa Civil.
De acordo com os técnicos, as árvores, entre elas exemplares de pata-de-vaca e amendoeira, foram plantadas sobre uma estrutura de concreto localizada sob o revestimento em pedra portuguesa da praça, o que impediu o desenvolvimento adequado das raízes.
Como consequência, as raízes cresceram de forma superficial, provocando danos ao pavimento e aumentando o risco de tombamento, principalmente durante ventos fortes.
Bairro receberá cerca de 50 novas árvores
Como medida compensatória, o município fará o plantio de aproximadamente 50 árvores nativas e frutíferas, com mudas e exemplares adultos entre dois e três metros de altura.
Além da Praça da Gamboa, outras áreas do bairro também serão contempladas pelo projeto de arborização urbana e reflorestamento.
Segundo a Prefeitura, a iniciativa busca ampliar a cobertura vegetal da região e valorizar o ecossistema urbano.
Revitalização prevê novo espaço de convivência
As intervenções fazem parte do projeto de revitalização da Praça da Gamboa, que pretende transformar o local em um novo espaço de lazer e convivência para as famílias.
O secretário de Meio Ambiente, Clima e Saneamento, Jailton Nogueira, afirmou que a retirada das árvores ocorre após estudos técnicos e cumprimento de todas as exigências ambientais.
“A substituição de árvores antigas por novas mudas na Gamboa vem sendo planejada para garantir a segurança pública e a melhoria do espaço urbano, como uma ação eficaz de arborização e valorização do ecossistema local em áreas urbanas revitalizadas do município. Esse processo exige avaliação técnica do estado fitossanitário e estrutural, além de autorização ambiental obrigatória.”
— Jailton Nogueira, secretário de Meio Ambiente, Clima e Saneamento





