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Barcas terão novas regras para transporte de bicicletas a partir de 13 de agosto

Os passageiros das barcas que operam no Estado do Rio de Janeiro passarão a seguir novas regras para o transporte de bicicletas e equipamentos de mobilidade a partir de 13 de agosto. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial e têm como objetivo aumentar a segurança e a organização do sistema aquaviário.

A nova regulamentação, elaborada pela Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram), proíbe o embarque de ciclomotores, veículos autopropelidos e outros equipamentos que não utilizem propulsão humana.

Campanha de orientação será realizada antes das mudanças

Antes da entrada em vigor das novas regras, o consórcio Barcas Rio promoverá uma campanha de orientação aos usuários durante 30 dias.

A ação incluirá distribuição de folhetos informativos, atendimento nas estações e instalação de banners com as novas normas nos terminais da Praça XV, Arariboia e Charitas.

“A resolução nasce de um estudo técnico da Secretaria de Transportes, visando trazer ainda mais segurança e organização ao sistema. A partir da publicação no Diário Oficial, teremos 30 dias de uma campanha de orientação massiva.”

— Igor Fuscaldi de Paula, gerente-geral de Operações e Manutenção das Barcas Rio

Bicicletas convencionais continuam permitidas

As bicicletas convencionais e as bicicletas elétricas que também possam ser utilizadas por propulsão humana continuarão autorizadas nas embarcações. Patinetes dobráveis também poderão ser transportados.

Na linha Charitas, entretanto, somente bicicletas dobráveis serão aceitas.

Segundo a regulamentação, o embarque de bicicletas seguirá a ordem de chegada e dependerá da disponibilidade de espaço nas embarcações. Em caso de lotação, o ciclista deverá aguardar a próxima viagem.

“A principal mudança está relacionada àqueles equipamentos que foram ganhando tamanho e peso ao longo do tempo, como autopropelidos, motonetas, ciclomotores e quaisquer outros que não utilizam propulsão humana. Esses equipamentos passarão a ser proibidos daqui a 30 dias.”

— Igor Fuscaldi de Paula, gerente-geral de Operações e Manutenção das Barcas Rio

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