Polícia Civil prende seis e apreende quatro menores em Nova Iguaçu
Ação contra o Terceiro Comando Puro ocorreu na Comunidade do Inferninho e também apreendeu drogas, arma e rádios comunicadores.
A Polícia Civil prendeu seis criminosos e apreendeu quatro menores durante uma ação contra a atuação de narcotraficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) na Comunidade do Inferninho, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
A operação foi realizada na tarde desta quarta-feira (26/8) por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF).
Entre os presos está uma das lideranças apontadas como responsável pelo gerenciamento do tráfico de drogas na comunidade. Com ele, os agentes apreenderam uma pistola e um rádio comunicador com inscrições que fazem referência à facção criminosa.
Segundo a Polícia Civil, também foram apreendidos uma grande quantidade de material entorpecente e outros rádios comunicadores durante as diligências.
Investigação identificou movimentação de criminosos
A ação foi realizada após informações de inteligência indicarem que traficantes do Complexo de Israel e da comunidade Buraco do Boi, que haviam sido alvos de operações recentes das forças de segurança, teriam buscado refúgio no Inferninho.
O monitoramento apontou intensa movimentação de criminosos armados e reforço da segurança nos pontos de venda de drogas da comunidade.
Com base nas informações levantadas, as equipes montaram um cerco tático na região e localizaram integrantes da organização criminosa.
Liderança teria sido deslocada para a comunidade
De acordo com informações de inteligência, o homem apontado como responsável pelo gerenciamento do tráfico no Inferninho teria sido deslocado do Complexo de Israel para a comunidade por determinação de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, apontado como uma das principais lideranças do TCP na região.
A Polícia Civil informou que a ação faz parte do trabalho de inteligência para identificar e combater a movimentação de integrantes de organizações criminosas entre diferentes comunidades.
A estratégia busca impedir que criminosos utilizem outras localidades como refúgio para reorganizar atividades, além de atingir pontos de venda de drogas e enfraquecer a estrutura das facções criminosas na Baixada Fluminense.





