Transição começa em 1º de setembro e atende inicialmente crianças, adolescentes e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes
Cabo Frio inicia nesta terça-feira (1º) a transição da insulina humana NPH para a insulina análoga de ação prolongada Glargina na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta primeira etapa, o medicamento será destinado a grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
A mudança faz parte de uma estratégia nacional para garantir a continuidade do abastecimento de insulinas no SUS e ampliar o acesso à insulina análoga de ação prolongada. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, a implantação será gradual, de acordo com a disponibilidade de medicamentos e insumos.
Nesta primeira fase, estão incluídas crianças e adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1), com idade a partir de 2 anos e inferior a 18 anos, e pessoas com 70 anos ou mais que tenham Diabetes Mellitus Tipo 1 ou Tipo 2.
A estratégia também contempla novos diagnósticos e prevê a continuidade do tratamento para pacientes que completarem 18 anos durante o período de implementação.
A partir de 1º de setembro, a Insulina Glargina estará disponível no CEAD (Centro de Especialidades e Apoio Diagnóstico), na UBS Santo Antônio, na UBS Unamar, na Farmácia Regional do Jardim Esperança e na Farmácia Básica Municipal.
Nesta primeira remessa, Cabo Frio recebeu 84 canetas reutilizáveis Biopemm, 307 tubetes ou carpules de Insulina Glargina 100 UI/mL e agulhas de 4 mm para administração.
Por causa do volume inicial recebido, a distribuição será feita de forma criteriosa, priorizando os grupos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde.
A oferta do medicamento deverá ser ampliada para outras unidades da rede municipal conforme o recebimento de novas remessas encaminhadas pelo Estado do Rio de Janeiro.
“Reafirmamos o nosso compromisso com a qualificação da assistência farmacêutica e com a ampliação do acesso da população aos tratamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde, promovendo mais segurança, efetividade terapêutica e qualidade de vida às pessoas com diabetes.”
— Érica Freitas, coordenadora de Assistência Farmacêutica





