A Prefeitura de Maricá intensificou as ações de prevenção e combate a incêndios em vegetação durante o período de estiagem. O trabalho, coordenado pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil, reúne monitoramento meteorológico, acompanhamento de áreas de risco, atendimento a ocorrências e orientações à população.
O objetivo é reduzir os riscos de queimadas, proteger áreas ambientais e evitar que o fogo coloque comunidades em perigo.
A operação é conduzida pelo Grupamento de Ações Terrestres (GAT), que acompanha alertas e indicadores meteorológicos enviados pelo Centro Operacional e pelo Setor de Monitoramento da Defesa Civil.
O serviço funciona ininterruptamente, sete dias por semana, com uma equipe formada por quatro meteorologistas e quatro técnicos em meteorologia.
A estrutura utiliza estações meteorológicas e pluviômetros, além de informações e boletins de órgãos parceiros, como o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
De acordo com o inspetor do GAT, Igor Leonardo Araujo Ferreira, a umidade relativa do ar é um dos indicadores acompanhados pelas equipes. Quando o índice fica abaixo de 30%, são adotadas medidas de preparação para possíveis ocorrências de incêndio.
O inspetor também alertou para a importância de a população evitar o descarte irregular de lixo.
A estrutura operacional conta com abafadores, bombas costais, sopradores, viaturas 4×4 para intervenções rápidas e equipamentos de proteção individual (EPIs) específicos para o combate a incêndios em vegetação. A prefeitura também prevê a aquisição de maquinário de grande porte para reforçar as operações.
Outra frente de atuação envolve rondas preventivas em regiões consideradas mais vulneráveis. Nos casos de maior complexidade, a Defesa Civil trabalha de forma integrada com o Corpo de Bombeiros Militar e órgãos ambientais.
O secretário de Proteção e Defesa Civil, Danilo Santos, destacou a importância dos equipamentos para agilizar as respostas durante o período de estiagem.
“Durante o período de estiagem, quando o risco de queimadas e incêndios florestais aumenta significativamente, contar com equipamentos adequados nos permite agir com mais agilidade, controlar os focos e contribuir para a proteção das áreas ambientais e das comunidades do município”, afirmou.





