Brasileira é morta a golpes de facão na Bélgica; suspeito de 20 anos é preso
A brasileira Silvilene Rocha, de 37 anos, natural de Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais, foi morta a golpes de facão na madrugada de segunda-feira (13), na Bélgica. Outra brasileira ficou gravemente ferida durante o ataque. Um jovem de 20 anos foi preso poucas horas depois e confessou o crime às autoridades.
Segundo o Ministério Público de Luxemburgo e a imprensa belga, o crime ocorreu em um imóvel alugado por temporada. Durante o ataque, Silvilene tentou fugir, mas foi perseguida pelo agressor e assassinada em via pública. O corpo da vítima foi encontrado em frente a uma agência bancária.
Outra brasileira ficou gravemente ferida
A segunda vítima conseguiu escapar do imóvel durante o ataque e foi socorrida em estado grave. Vestígios de sangue encontrados ao longo da avenida indicam que as duas mulheres tentaram fugir do agressor.
O suspeito, de 20 anos, foi localizado e preso poucas horas após o crime. De acordo com uma emissora regional belga, ele confessou o ataque e não possuía antecedentes criminais.
Investigação segue em andamento
Na noite de terça-feira, a Justiça da Bélgica decretou a prisão preventiva do suspeito. As autoridades seguem investigando a motivação do crime.
Nas primeiras horas da apuração, hipóteses como vingança e latrocínio chegaram a ser consideradas, mas, até o momento, nenhuma linha de investigação foi confirmada oficialmente.
Família aguarda traslado do corpo
A família de Silvilene Rocha aguarda a conclusão da documentação e a liberação do corpo para providenciar o traslado ao Brasil.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que o Consulado-Geral do Brasil em Bruxelas está prestando assistência consular à brasileira sobrevivente do ataque.
“O atendimento consular é realizado a partir do contato do próprio cidadão ou, dependendo da situação, de familiares, observando a legislação brasileira e internacional.”
— Ministério das Relações Exteriores
O Itamaraty também informou que, em respeito ao direito à privacidade e às regras da Lei de Acesso à Informação, não divulga informações pessoais nem detalhes sobre a assistência prestada a brasileiros no exterior.





